Nosso grupo é atravessado por questões políticas atuais as quais interferimos criando zonas de autonomia. Somos mutantes, abertos por vezes raivosos e intransigentes. Somos anarquistas, panteístas, comunistas e às vezes tântricos. Não gostamos de hierarquias, curadorias, seleções ou vestibulares. Nossas performances são etnológicas, antropológicas, eventuais e artísticas. Não temos problemas com o capital, desde que ele entre em nosso bolso, e em todos os demais. Não acreditamos em Jesus Cristo nem nos novos salvadores, a lá Neo de Matrix. Acreditamos no martelo de Nietzsche e na força molecular dos povos bárbaros. Acreditamos que a junção de multidão e criação produz mudanças nas sensibilidades de uma cultura inteira. Não apoiamos nenhum tipo de revolução do proletariado, não queremos saber de viradas de mesas, mas de insistentes, constantes, vibratórias, viróticas, diarréicas manifestações que promovam a miscigenação de culturas, ações e idéias. Só gostamos de "curadores" quando são xamãs. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
LONA PRETA no file 2005LONA PRETA Lona preta é o material mais utilizado nas ocupações feitas por movimentos de moradia e terra no Brasil. Lona preta é parede de sem teto É cabana de sem terra... more
manifesto de arte do umManifesto UMpor uma arte única Século vinte e um Tudo é um Quem acha que faz teatro ou música ou pintura ou cinema ou performance ou fotografia está vivendo no século passado. Não há fotografia que não seja música Não há poesia que não... more
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